Quinta Alta

Ervedosa do Douro



Quinta Alta. Uma nova força na tradição do Douro




A presença do vinho, na vida das pessoas, é historicamente constante e aparece de várias maneiras: principalmente a festejar os vitoriosos; mas também a embriagar os perdedores; a abençoar os fiéis religiosos, a manchar o rosto de um ofensor; na alegria de uma vida que nasce, na tristeza da ausência de alguém que se vai... E, muito importante: o vinho acompanha a história da humanidade desde tempos imemoriais.


No caso de Fernanda Zuccaro e Chico Santa Rita sempre gostaram de tomar vinhos de origens variadas, cuidando sempre para que tivessem alguma qualidade. (Importante: boa qualidade não é necessariamente sinônimo de preço alto.)


Foi no final de 2016 que, Fernanda Zuccaro e Chico Santa Rita mudaram-se de São Paulo, Brasil, para o Douro, Portugal. Uma mudança tão radical por um único motivo: a paixão pelo vinho e pelo Douro. Fernanda e Chico transformaram as suas vidas. De marketeers a vinhateiros no Douro. Foi assim que a Quinta Alta nasceu. A partir de um sonho, de um objetivo e da determinação em transformar aquilo que acreditavam em realidade.

Fernanda Zuccaro acabou demonstrando, em várias situações, que é dona de um olfato e de um paladar muito desenvolvidos, preparados naturalmente para definir e qualificar as várias espécies e condições de comidas e bebidas. E, desde sempre, teve como sonho tornar-se produtora de vinhos.


Em Outubro de 2010, ao término da campanha das eleições do mesmo ano que Fernanda Zuccaro e Chico Santa Rita decidiram que fariam vinho no futuro. Chico, sempre preocupado e cansado da política brasileira, sempre achou um desperdício a Fernanda se dedicar ao marketing político. Sempre lhe dizia: podes ser melhor vinhateira do que marketeer.   E foi então que Chico Santa Rita perguntou a Fernanda Zuccaro o que ela queria fazer e, de forma directa respondeu que queria fazer vinho.


Foi em um Janeiro chuvoso, húmido, frio que Fernanda Zuccaro conheceu o Douro e por ele se apaixonou. Ao pisar em uma vinha disse a si própria: “É aqui que quero viver e morrer. Eu pertenço ao Douro. Eu pertenço a este lugar.”

Decidida que seria vinhateira no Douro agora era se preparar para isso. E foi o que fez.

Toda história tem suas dificuldades. E a história da Quinta Alta não é diferente. Em meados de 2018 Chico Santa Rita foi diagnosticado com Alzheimer e demência mista. Vive em Portugal sob a responsabilidade de Fernanda Zuccaro.

Na adega estagia um vinho pensado e feito em sua homenagem. A partir das vinhas velhas, as Vinhas do Francisco, Zuccaro e Montenegro fizeram um vinho especial. Fizeram o Quinta Alta vinhas do Francisco.

Fernanda Zuccaro cumpre e executa exatamente o que Chico Santa Rita e ela combinaram como casal, como parceiros e, principalmente como seres humanos defensores intransigentes da vida, da liberdade e da felicidade.

 

“Chico sempre me disse assim: ... um dia Fernandinha vou precisar que cuides de mim. Você deverá seguir com sua vida. Você tem a metade da minha idade. Eu fiz tudo que quis fazer em minha vida. Eu vivi de forma plena e absoluta. E, para você, eu desejo o mesmo. Voa Fernandinha. Voa. Não olhe para trás. Agarre a Quinta Alta que é sua, você é vinhateira. E siga em frente. Faça vinhos. Mostre ao mundo seus vinhos e seu sorriso. Eu vou estar sempre em algum lugar a olhar por ti.



E é assim que é a Quinta Alta. De forma segura e pragmática, Fernanda Zuccaro vai, dia após dia superando as adversidades e dificuldades e se tornando enóloga e produtora de vinhos. 

As uvas da Quinta Alta são próprias. São 10,5 hectares de vinhas divididas em duas quintas: Quinta da Longra de Cima, na sub-região do Baixo Corgo para os vinhos branco e a Quinta Alta de Álamos, em Ervedosa do Douro, no Cima Corgo.

A Quinta da Longra de Cima é uma pequena propriedade toda construída com patamares autênticos durienses que recebem as castas brancas: castas portuguesas, autóctones.

·      Gouveio Real

·      Malvasia Fina

·      Viosinho



E é no coração da sub-região do Cima Corgo, na Freguesia de Ervedosa do Douro que se encontra a Quinta Alta. Como gosta de dizer Fernanda Zuccaro “estamos comprometidos com o que há de melhor de vinhas e vinhos no Mundo, por isso, isso é mais que um projeto de trabalho, é o projeto da minha vida!” São 1,2 hectares de vinhas velhas, com mais de 50 anos que contemplam uma mistura de castas, característica marcante em vinhas velhas do Douro. Mas podemos identificar as castas: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinto Cão, .....

Nos patamares apresentam-se as castas: Castas autóctones.

·      Touriga Nacional

·      Touriga Franca

·      Tinta Roriz

·      Tinto Cão



A Quinta Alta apresenta ao mercado a partir de Janeiro de 2020, a sua primeira linha de vinhos: QALT composta pelo vinho branco, rosé e tinto.

A Quinta Alta é uma nova força na boa tradição do Douro. É a convergência da ousadia de uma brasileira, Fernanda Zuccaro com Portugal, com os portugueses e com o Douro. E, como ela mesmo diz “Hoje eu sou e sinto-me uma brasileira duriense”

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